"A verdadeira arte está no som da adoração".(Jamicielle) Que as bençãos de Deus sejam derramadas sobre ti... ^.^

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

O poder das notas musicais




As notas musicais têm funções extremas em uma musica.
Elas se unem em uma mesma família e compõem um acorde.
A partir desses acordes podemos ter uma musica/uma melodia.

Assim como as notas musicais unificadas ou até em seus acordes,
Capazes de penetrar nos impenetráveis espaços de nosso coração,
De nosso ser, de nosso inconsciente, de nossa história...
Nesses belos acordes, existem caminhos de melodias musicais e letras.
Que podem fazer de uma simples e bela função se reverter a uma destruição
Em nosso ser.


Melodias e letras com significados e intenções: sensuais, obscuras, melancólicas, de prostituições, bebida, baixarias de todos os níveis e podridões. São capazes de fazer uma perfeita salada mista em nossa mente, em nosso coração. 
Muitos caem em pensar que é apenas uma musica. Mas esse é o maior erro que um racional pode cometer. 
A musica sim tem o poder de nos convencer a acostumar-mos com o SUJO, com o PODRE, com o QUE O MUNDO MAIS QUER DE NÓS, TIRAR NOSSA LIBERDADE.

Musica de verdade é aquela que é capaz de penetrar em nosso coração abrindo-o para a ação de Deus.

Musica de verdade nos leva a uma linda viajem de paz, amor e libertação.


Musica de verdade
 não nos humilha, não polui nosso interior, mas nos preenche do verdadeiro Amor, o Amor de Deus!


Musica de verdade
 tem vida, história e experiência. Ela tem comunhão com Deus.


Musica de verdade
 é rica, bela, perfeita, suave , certa, simples. (ASSIM COMO UMA ROSA)


Musica de verdade
 nos cobra apenas uma audiência, a audiência do nosso coração.

Experimente, conheça a verdadeira musica que é capaz de mudar todo o trajeto .

MÚSICA & ADORAÇÃO


SACRO, SECULAR E PROFANO
Vamos compreender alguns conceitos. Existe música sacra, música secular e música profana. Satanás deseja desvirtuar a humanidade, especialmente no que diz respeito à adoração a Deus, e uma de suas estratégias é unificar estes três elementos, misturando seus conceitos, causando, assim, uma confusão no louvor.

Música sacra: o que significa sacro? Significa santo, separado. Algo separado é algo colocado à parte, algo não comum, algo exclusivo. Concluímos então que a música a ser usada para Deus é a música sacra; logo, ela tem que ser separada, diferente,
exclusivamente para Deus.

Música secular: o que significa secular? Significa “do século”, comum, corriqueiro. O sábado é um dia sacro, no qual desempenhamos atividades sacras, sagradas, separadas. Os outros dias da semana são seculares, nos quais desempenhamos atividades seculares. Aos sábados nós não trabalhamos, pois é um dia separado, mas nos outros dias nós trabalhamos. Existe pecado em trabalhar? De forma alguma. Alguém vai para o trabalho para adorar a Deus? Sabemos que devemos honrá-Lo em tudo que fazemos, mas em nossos empregos especificamente desenvolvemos uma atividade profissional, secular. Muitas pessoas pensam que, como cristãos, só podemos ouvir músicas sacras. Mas notemos o seguinte: aos sábados eu tenho atividades sacras e nos outros dias eu tenho atividades seculares. Então eu posso louvar a Deus com música sacra e também ouvir música secular. Veremos alguns exemplos mais adiante. A própria irmã White relatou ter ouvido música secular muito bem executada quando em viagem à Nova Zelândia em Fevereiro de 1893. Ela escreveu: “Por cerca de uma hora a neblina não se dissipava e o sol não conseguia penetrá-la. Os músicos (no navio), que deviam desembarcar naquele local, entretinham os impacientes passageiros com música bem apresentada e bem selecionada. Ela não feria os sentidos como na noite anterior, mas era suave e realmente gratificante aos sentidos porque era harmoniosa” (Carta 6b, p. 2 e 3).

Música profana: trabalhar é uma atividade secular e não há mal nenhum nisso. Mas se eu trabalhar na produção de cerveja ou cigarros? E se eu trabalhar em uma boate? Então estarei desenvolvendo uma atividade que, além de secular, é profana. Profano significa declaradamente contrário a Deus e aos Seus princípios. A mesma coisa se aplica à música. Eu uso música sacra porque a ponho à parte para adorar a Deus e uso música secular para outras atividades. Mas essa música secular que eu ouço e pratico não pode ser profana. Tomemos alguns exemplos para compreendermos melhor estes conceitos. Eu posso cantar: “Santo, Santo, Santo, Deus onipotente, cedo de manhã cantaremos Seu louvor”, pois estou adorando a Deus e entoando um hino exclusivamente para Ele. Eu também posso cantar: “Ouviram do Ipiranga às margens plácidas, de um povo o heróico brado retumbante...”. Esta música não é direcionada à adoração a Deus, mas é um hino cívico, em homenagem à nossa pátria, portanto um hino secular. Mas se eu cantar, como Marilyn Manson “Suicide is painless ... and I can take or leave it if I please, and you can do the same thing if you please”, “O suicídio é indolor ... e eu posso fazê-lo ou deixá-lo se eu quiser, e você pode fazer o mesmo se quiser”, ou se eu cantar um funk, com uma série de conteúdos obscenos, eu estarei ofendendo a Deus e ferindo os princípios cristãos. Ou seja, é uma música imprópria a qualquer momento. O grande problema hoje é encontrar música secular que não seja profana. E com essa mistura é que Satanás pretende atingir seus objetivos, levando de maneira sutil e,
posteriormente, cada vez mais aberta, a sua música para dentro da igreja, até o ponto em que o sacro não seja mais praticado. Ele sempre utilizou a música para acabar com o louvor a Deus e pode até ter começado pelos povos pagãos, mas seu objetivo maior sempre foi atingir o povo de Deus, praticante da música sacra. Fiquemos atentos!

UMA BREVE ABORDAGEM HISTÓRICA
Historicamente, observamos uma diferença entre o povo de Israel e os povos pagãos no que diz respeito às manifestações musicais e de culto. Mas o diabo logo incitou os israelitas a aderirem ao estilo de música e culto dos povos pagãos, visto que estes haviam sido escravos por séculos e ainda tinham muito da cultura pagã em seus corações. Posteriormente, a igreja primitiva também louvava a Deus com música, mas o cristianismo sofreu um desvirtuamento ao começar a comprometer os seus valores para abarcar uma maior quantidade de pessoas e tornar-se mais popular. Diante disso, o papa Gregório I esforçou-se para elevar a espiritualidade musical. E para tal, ele criou um estilo que ficou conhecido como “Canto Gregoriano”, com base na melodia, com canções entoadas em uníssono, de ritmo livre, sem compasso e sem acompanhamento. Na Europa, todo o sistema musical era controlado pela Igreja. Os maiores compositores eram Bach, Beethoven, Vivaldi, Haendel, entre outros, que normalmente compunham músicas de conteúdos religiosos, como “Jesus, Alegria dos Homens”, “O Messias”, “Aleluia”. Inclusive a melodia do hino de número 14 do nosso hinário, “Jubilosos Te Adoramos”, foi composta por Ludwig Van Beethoven. Havia também os mecenas, pessoas que patrocinavam a arte, a ciência e o ensino da época, e a maior parte deles estava ligada à Igreja. O maior cliente dos compositores era a Igreja, então ela controlava o conteúdo das composições. Mas algo aconteceu depois: os descobrimentos. Os portugueses saem e encontram o Brasil; os espanhóis vão para os outros países da América Latina e os ingleses vão para a América do Norte, cada um por motivos diferentes e levando consigo escravos africanos. Começa então a descoberta do Novo Mundo e culturas misturam-se. Temos uma união de escravos africanos e homens europeus que vieram para o Novo Mundo, e índios que já estavam no Novo Mundo, ocorrendo assim o que chamamos de “miscigenação de culturas”. Estas três culturas unem-se, com suas respectivas cargas musicais. A música erudita da Europa se mescla aos tambores africanos e indígenas. Posteriormente, inicia-se a guerra americana, entre norte e sul, para libertação dos escravos. Uma parte dos Estados Unidos acredita que eles devem ser libertos e outra parte acredita que não, dando início a um conflito. O assim chamado “homem branco” é convocado para a guerra e penhora seus instrumentos antes de partir, deixando-os como garantia diante do risco de nunca mais voltarem para casa para continuarem a cumprir com suas obrigações financeiras. O “homem negro” começa a ser liberto e passa a trabalhar por salário. Com esse dinheiro, vai às lojas e compra os instrumentos que foram penhorados. Inicia-se então uma instrumentalização do africano, surgindo duas vertentes musicais importantes: de um lado temos o afro-americano que acredita em Deus, cantando músicas com mensagens religiosas; do outro lado temos o afro-americano que não acredita em Deus, cantando músicas com mensagens profanas. E neste contexto de música profana surgem três estilos musicais muito conhecidos: o Blues, o Jazz e o Swing. Antes de continuarmos, é de suma importância que o leitor compreenda que, quando falamos em europeus, escravos africanos e indígenas, nossa intenção não é responsabilizar etnias pela degradação moral e musical da sociedade. Em toda a história da humanidade, Satanás usou pessoas de acordo com a ocasião para atingir seus objetivos. Portanto, o atual estado da raça humana não foi causado por brancos, negros
ou índios, mas por pessoas de todas as etnias que se permitiram controlar pelo poder de Satanás. Voltando às origens dos estilos musicais anteriormente citados, vamos compreender algumas questões. Blues, traduzido para o português, quando se trata de estilo musical, significa “tristeza, melancolia”. Não é à toa que os temas do Blues são os vícios e os amores desfeitos. Temos também o Swing, que significa balanço, pêndulo. Em relação ao estilo musical, Swing é uma clara alusão ao movimento corporal durante o ato sexual, e foi aplicado porque a música tem aquele vai-e-vem. Jazz tem sua origem na palavra “Jizz”, que significa ejaculação. Este estilo musical representa o auge do prazer físico. Partindo do nascimento do Blues, do Swing e do Jazz, surge o Rock and Roll, do qual falaremos mais adiante. Antes, porém, já podemos notar que este estilo musical nasceu em um ambiente profano, criado por pessoas que viraram as costas a Deus. É importante que estejamos atentos, pois Satanás utiliza uma ferramenta chamada “terrorismo estético”. Ele toma coisas boas em si mesmas e as deterioram de forma que se tornem destrutivas. Por exemplo, suco de uva é algo saudável, mas, se for fermentado, as pessoas o consumirão e ficarão viciadas em algo destrutivo. Sexo é algo prazeroso e santo aos olhos de Deus, quando praticado dentro dos limites do casamento. Mas se o sexo for deteriorado, desmoralizado, tornar-se-á a causa da ruína de muitos. E este “terrorismo estético” é realizado principalmente na música, na arte e na literatura. O Espírito de Profecia confirma esta estratégia quando diz: “Satanás mesmo imaginou um plano. Ele tomaria o fruto da vide, também o trigo e outras coisas dadas por Deus como alimento, e convertê-los-ia em venenos que arruinariam as faculdades físicas, mentais e morais do homem, dominariam de tal maneira os sentidos, que Satanás teria sobre eles inteiro controle. (...) há muitas coisas que são boas em si mesmas, mas que pervertidas por Satanás, provam-se um laço para os desprevenidos” (Conselhos Para a Igreja, p. 103 e 163).

Leandro Dalla B. Santos.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O BANHEIRO NO FINAL DO CORREDOR



É sexta-feira treze, quando Antônio e sua mulher Juliana chegam à Lordelo, uma cidade com nove mil novecentos e vinte e nove habitantes, situada no Norte de Portugal. Eles haviam se mudado porque na cidade grande o trabalho de Antônio não era muito reconhecido, ele: empresário numa empresa de publicidade; ela: professora de filosofia.
Chegam à mansão que compraram e no momento que a vê sentem um pouco de medo, mas ao entrarem mudam seus conceitos, então começam a conhecer os cômodos do térreo muito animado; Juliana resolve ir ao andar superior conhecer, enquanto Antônio descarrega as bagagens do carro. Ela super-animada abre todas as portas que encontra pela frente admirando cada detalhe nas paredes, pois aquele local já fora de escultores barrocos, mas o que a prende a atenção é o banheiro que tem no final do corredor, seria muito estranho uma mulher achar o banheiro a parte mais interessante da casa, mas foi o que aconteceu.
Juliana entra no banheiro, admira a forma que ele foi feito e sai, simplesmente sai e o pior acontece; Antônio depois de descarregar todas as bagagens resolve ir lá em cima conversar com ela e lhe perguntar o que acha do local, mas para sua surpresa e tristeza ele depara-se com sua mulher caída no corredor morta, o choque é tão grande que não sabe o que faz, então liga para os médicos e eles chegam rápido, a examinam e não descobrem a causa da morte dela, Antônio chama os peritos e nem eles descobrem; nesse vai e vem passa-se uma semana e Juliana é enterrada. Antônio não consegue mais ficar em casa se lamentando pela morte da esposa, então resolve ir trabalhar; até que o trabalho está fazendo bem a ele, seus olhos já não estão tão inchados como antes. Lá ele conhece Brígida, uma colega de trabalho que passa a ser sua melhor amiga; a amizade deles fica tão íntima que vêem que algo diferente acontece quando estão juntos e passados dois anos da morte de Juliana eles resolvem namorar.
Certo dia Brígida vai à casa de Antônio lhe fazer uma visita surpresa e ao chegar lá fica assustada com a aparência de fora da casa e pensa em voltar, mas continua; chega à porta e bate várias vezes até que Antônio escuta atende e fica surpreso pela visita inesperada, então ela entra e juntos fazem o jantar. As horas foram passando, os dois no sofá conversam e ela admira a beleza interior da casa, o detalhe lhe chama atenção e ele conta a história da mansão; Brígida pergunta onde fica o banheiro, Antônio fica um pouco pensativo quanto a esta pergunta, então ele diz que é dentro do primeiro quarto à direita, no qual seria um quarto de visitas e ainda lhe repreende que não vá ao banheiro no final do corredor, ela curiosa pergunta o porquê, ele simplesmente diz que está em obras.
Brígida percebe que ele está mentindo, mas não retruca e vai ao banheiro indicado; sua curiosidade é tanta que vai ao final do corredor, entra no banheiro e fica admirada com aquela beleza, nunca tinha visto igual, ao sair, tudo muda. Antônio percebe a demora e vai atrás, ao chegar lá ela está caída no chão morta da mesma forma que Juliana tinha morrido, então ele chama os médicos, peritos e eles não descobrem a causa; a depressão toma conta dele, as duas únicas mulheres que tinha e amava morreram sem explicação, então passados três anos ele decide investigar sozinho os casos, apesar de nunca de ter entrado naquele banheiro, ele decide entrar e arriscar sua vida para descobrir.
Já no corredor ele faz uma oração antes de entrar, termina a oração e abre a porta, ao abri-la surpreende-se com o que vê, que só a mente da mulher para entender aquilo e chegar a morrer.   

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Dia nacional do parkinsoniano


Mal de Parkinson
mal de Parkinson é uma doença neurológica que deve ser tratada para combater os sintomas e retardar seu progresso.
É uma doença que atinge principalmente pessoas com mais de 60 anos.
A doença de Parkinson possui um curso vagaroso, regular e sem rápidas ou dramáticas mudanças, em oposição a outras enfermidades. Os principais sintomas causados pela doença são tremores, rigidez muscular, lentidão dos movimentos, alterações na fala e na escrita.
doença não afeta a memória ou a capacidade intelectual do parkinsoniano e não é uma doença fatal, nem contagiosa.
O diagnóstico da doença de Parkinson é feito por exclusão. Às vezes os médicos recomendam exames como eletroencefalograma, tomografia computadorizada, ressonância magnética, análise do líquido espinhal, etc. Esses exames servem para ter a certeza de que o paciente não possui nenhuma outra doença no cérebro.
O diagnóstico da doença é feito baseada na história clínica do doente e no exame neurológico.
Não existe ainda nenhum teste específico para fazer o diagnóstico da doença de Parkinson, nem para a sua prevenção.
Quando mais cedo for feito o diagnóstico, melhores as chances de retardar o progresso da doença. Ao contrário do restante do organismo, as células do cérebro, não se renovam.
Por isso, nada há a fazer diante da morte das células. A grande arma da medicina para combater o Parkinson são os remédios e cirurgias, além da fisioterapia e a terapia ocupacional. Todas elas combatem apenas os sintomas. A fonoaudióloga também é muito importante para os que têm problemas com a fala e a voz.
A doença de Parkinson é uma enfermidade que foi descrita pela primeira vez em 1817, pelo médico inglês James Parkinson.
E até os dias atuais as causas e a cura para a doença permanecem desconhecidas.
Na data em que se comemora o Dia do Parkinsoniano é importante lembrar que na última década houve uma grande evolução das técnicas neurocirúrgicas e uma melhor compreensão dos mecanismos da doença. Isso que possibilita melhor qualidade de vida para o portador do mal de Parkinson.